Vai doer. Vai doer muito. Vai ser como se mundo -o meu mundo- estivesse acabando. As lagrimas vão embaçar meus olhos, impedindo-me de olhar em frente. E o ar faltará até me sufocar, até virar um bolo em minha garganta, preso e seco. O chão ficará perto, cada vez mais perto, até tocar meu rosto. O Sol quase apagará, o dia irá anoitecer, a manhã se esconder. O tempo fechará, ficará acinzentado, chovendo, triste.
E enquanto tudo isso acontece, o meu coração estará batendo fraco, sem vida. E cada suspiro será uma dúvida. Eu me perguntarei todos os dias, "isso nunca irá passar?", e me enfraquecerei mais e mais, até certo dia.
No certo dia, acordarei com o Sol entrando pela brecha da janela, cegando-me. E não sentirei mais dor.
Poderei seguir em frente, pois as feridas estarão curadas, cicatrizadas. As lagrimas terão cessado. O ar será gosto outra vez, limpo, leve. E o Sol, ah, o Sol! Está tão brilhante, tão alegre!
E eu vou sorri outra vez
Quem sabe até ser feliz de novo?
Poderei seguir em frente, pois as feridas estarão curadas, cicatrizadas. As lagrimas terão cessado. O ar será gosto outra vez, limpo, leve. E o Sol, ah, o Sol! Está tão brilhante, tão alegre!
E eu vou sorri outra vez
Quem sabe até ser feliz de novo?




